quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PRAIA AÇUTUBA, Amazonas


Neste feriado da República, tive a oportunidade de conhecer a Praia Açutuba, localizada na margem direita do Rio Negro, no município de Iranduba (tenho minhas dúvidas se não seria no município de Novo Airão), Estado do Amazonas.

Com a construção da Ponte Rio Negro, que liga o município de Manaus ao de Iranduba, a população da capital amazonense começou a fazer a travessia da ponte em busca de novos lugares para lazer e entretenimento. E com esta intenção, fui conhecer este local que fica distante 45 minutos de Manaus em carro de passeio.

Para chegar a Praia Açutuba, é muito fácil. Após atravessar a Ponte Rio Negro, segue pela Rodovia AM-070, que liga Iranduba a Manacapuru, até o Km 28. A direita da rodovia, deve-se pegar uma estrada asfaltada em todo o seu trecho, e após 11 km, chega-se ao local, uma belíssima praia banhada pelo rio Negro.


Sem maiores exageros, são quilômetros de extensão de praia, favorecida pela época da vazante dos rios amazônicos. Uma paisagem formada pela floresta, areia e água, um conjunto perfeito da natureza.

Conversando com uma comerciante da praia, ela comentou que após a construção da ponte a quantidade de pessoas que chegam ao local aumentou consideravelmente. Talvez por este motivo tivemos algumas dificuldades no local. Primeiro para encontrar um local para estacionar, algo muito parecido com uma praia da orla brasileira. Com algumas manobras, conseguimos um local para estacionar o carro pagando uma quantia de R$ 5,00. Era um estacionamento privativo, preparado pelo proprietário exclusivamente para este fim.

O desafio seguinte foi encontrar um local para ficar. A localidade possui alguns restaurantes de praia, com mesas e cadeiras espalhadas por baixo das árvores. No entanto, todas já ocupadas. A única alternativa foi aguardar na sombra um conjunto de mesa e cadeiras serem desocupadas. Depois de um longo tempo de espera, enfim, conseguimos nos acomodar. Começava outra dificuldade, comprar comida para o almoço.


O local, bonito por natureza, carece de infraestrutura. Com o aumento da quantidade de pessoas visitando, o local ainda não possui capacidade de prestar bons serviços frente à quantidade de pessoas que por lá estão chegando. Mas nada que não se possa resolver. Os proprietários dos restaurantes devem se profissionalizar e melhorar os serviços oferecidos. O Governo Estadual ou Municipal devem prestar toda assistência e incentivos, permitindo que este local seja um ponto turístico do Estado, com toda infraestrutura que o local merece.


Se a intenção da construção da Ponte Rio Negro era essa, levar o desenvolvimento para a Região Metropolitana de Manaus, então que se der estrutura para tal, ou veremos uma bela paisagem se acabar com a “nova descoberta” da população.
Localização: Praia Açutuba, no Amazonas (Indicação em amarelo).



Fotos: Claudemir Andrade


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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

PRODUÇÃO DIÁRIA DE LIXO EM MANAUS


O Centro de Manaus, onde estão concentradas lojas e grande movimentação de pessoas produz, diariamente, cem toneladas de lixo, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp). Boa parte desse material é retirada do chão que, todas as noites, é varrido e lavado por garis.

Outro ponto da cidade com grande concentração de pessoas, as feiras da capital produzem, juntas, 85 toneladas de lixo por dia. No caso, grande parte desse material é orgânica. Restos de frutas e legumes que já não podem ser vendidos porque estão impróprios para o consumo.

Já o serviço de saúde produz 12 toneladas de lixo por dia. Esse lixo é armazenado no Aterro Controlado de Manaus (ACM). Em julho, a Prefeitura prometeu contratar uma empresa especializada em serviço de autoclavagem de lixo hospitalar. Segundo a Semulsp, o edital está em fase de licitação.

Entre os bairros da cidade, os que mais produzem lixo são os localizados na zona norte de Manaus. A mais populosa zona da cidade, com 501 mil habitantes, produz 550 toneladas por dia. O segundo lugar em produção de lixo diário é das zonas sul e leste. Cada uma produz 450 quilos de lixo por dia. A zona sul tem 286 mil habitantes e zona leste têm 447 mil habitantes.

A zona oeste é a que menos produz lixo, apesar de não ser a zona com o menor número de habitantes. São 253 mil habitantes produzindo 150 toneladas de lixo por dia.

De acordo com a Semulsp, 2,1 mil toneladas de lixo são produzidas em toda cidade por dia.

PRODUÇÃO DE LIXO EM MANAUS/AM.

LOCALIDADE
QUANTIDADE DE LIXO PRODUZIDO POR DIA
Zona Norte
550 toneladas.
Zona Sul
450 toneladas
Zona Leste
450 toneladas
Zona Oeste
150 toneladas
Centro da Cidade
100 toneladas
Feiras
85 toneladas
Serviços de Saúde
12 toneladas
FONTE: SEMULSP


FONTE: Dados Retirados do Site D24am.



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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

PAISAGEM DE MANAUS EM TRANSFORMAÇÃO COM A VERTICALIZAÇÃO



Extraído do site Portal Amazônia.

As construções verticais nos últimos anos espalharam-se por vários bairros de Manaus. Locais que até a algum tempo, contavam com habitações horizontais, estão com a paisagem urbana modificada por conta de empreendimentos imobiliários com muitos metros de altura. De olho no mercado, construtoras investem em novas obras.

Melhorias na infraestrutura, ligadas à inauguração de obras como a Ponte Rio Negro, Arena da Amazônia, Avenida das Torres, além de novos shoppings em áreas nobres, valorizam os espaços, transformados em mercados potenciais para as incorporadoras.

Dados do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) comprovam que nunca antes a capital amazonense se verticalizou tanto e tão rapidamente. Desde 2002, o órgão registra o aumento da construção civil voltada para edifícios de apartamentos. Essa “nova forma” de moradia do manauense é o resultado do desenvolvimento econômico e da busca por áreas mais seguras e com mais infraestrutura.

A crise econômica mundial afetou o mercado imobiliário manauense em 2008 e 2009, mas em 2010 a economia se recuperou e este ano passa por um ‘boom’. Somente em 2011 deve ser lançado em Manaus o montante de R$ 1, 5 bilhão em novos empreendimentos. O consultor imobiliário, Thomas Hwang destacou que Manaus é o quarto mercado mais aquecido do Brasil, perdendo apenas para Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. O valor do metro quadrado da cidade, a R$ 3.800, está abaixo da média nacional, que chega a R$ 4,2 mil. São Paulo, a capital mais cara, oferece o metro a R$ 7 mil.

As áreas mais procuradas pelos clientes estão nos bairros Ponta Negra, Adrianópolis, Vila Municipal e Morada do Sol, na região do Aleixo. O entorno da Arena da Amazônia também está em expansão. Para o bairro Ponta Negra há boas perspectivas de crescimento.

Muitos terrenos desocupados são alvos para novos projetos. Uma incorporadora vai lançar de frente para o rio Negro, no bairro Compensa, um empreendimento até o final do ano. Segundo os consultores da “Nova Casa”, a tendência é a cidade crescer bastante naquela região. Além de o bairro contar com muitos prédios públicos, está próximo à Ponte Rio Negro. A inauguração da obra trouxe especulação imobiliária à Região Metropolitana.

Mesmo distante do centro urbano e ainda com pouca infraestrutura, a Avenida José Lindoso, conhecida como Avenida das Torres, é outra área propícia ao crescimento vertical.

Projetos arquitetônicos erguidos em Manaus seguem tendências modernas e nada devem a lançamentos de outras capitais brasileiras. É a opinião do consultor Thomas Hwang. ” Além dos prédios serem bonitos e bem construídos, as incorporadoras estão criando projetos arrojados. No Vieralves, por exemplo, tivemos o lançamento de um loft, uma espécie de construção sem paredes, com espaços integrados. São conceitos que atraem os jovens ou pessoas com estilo de vida independente”, destacou.

Outro atrativo para a venda de apartamentos vem do Polo Industrial de Manaus. As indústrias atraem empresários de outras regiões. Muitos executivos passam três ou quatro anos na capital, mas compram imóveis para investimento.


FONTE: Portal Amazônia.
FOTO: Claudemir Andrade


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PALESTRA DE HENRIQUE CAMBIAGHI, EM MANAUS/AM




A Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura – AsBEA, Departamento do Estado do Amazonas, vai realizar no dia 18 de novembro de 2011 palestra com o Arquiteto Henrique Cambiaghi, sócio da CFA Cambiaghi Arquitetura e com mais de 720 projetos em 40 anos de carreira.

Os temas que serão abordados na palestra serão:

- Escopo de Trabalho x Remuneração;
- Serviços de Arquitetura & Urbanismo;
- Gestão de Projetos e;
- Novas Ferramentas de Trabalho.

O presidente da AsBEA-AM, arquiteto e urbanista Werner Albuquerque, informa que a palestra vai ocorrer no Auditório da Federação do Comércio, na Rua São Luis, 555, Adrianópolis, em Manaus/Am., a partir das 19:00h.


FONTE: AsBEA-AM.



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sábado, 12 de novembro de 2011

CAU/AM: A DIPLOMAÇÃO DOS CONSELHEIROS ELEITOS

 
No dia de ontem, 11 de novembro de 2011, foi realizada a Diplomação dos Conselheiros eleitos para o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Amazonas – CAU/AM, evento este que encerrou os serviços da Comissão Eleitoral Estadual do Amazonas – CE/AM com a assinatura do Termo de Encerramento do Processo Administrativo Eleitoral da Primeira Eleição para o CAU/BR e CAU/AM.

Esteve presente no evento o Presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Amazonas – CREA/AM, engenheiro civil Telamon Firmino Neto, o Presidente da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura do Estado do Amazonas – ASBEA/AM, arquiteto e urbanista Werner Albuquerque, a Presidente do Sindicato dos Arquitetos do Estado do Amazonas – SINDARQ/AM, arquiteta e urbanista Sammya Cury, o Diretor da Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo - ABEA, arquiteto e urbanista Marcos Paulo Cereto, além de profissionais arquitetos, engenheiros, amigos, parentes e familiares dos Conselheiros eleitos.

O Coordenador da Câmara Especializada de Arquitetura do CREA/AM, arquiteto e urbanista Edmar Andrade, que também é o Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento do Amazonas – IAB/AM, não pode estar presente em função de estar em viagem previamente agendada. Mas encaminhou mensagem aos colegas eleitos: Aos colegas eleitos, o meu mais sincero parabéns e sucesso nesta empreitada, e podem ter a certeza de que estamos sempre dispostos a ajudar para o êxito da mesma, pois agora é o momento de união em prol da construção do nosso tão almejado conselho próprio”.

Da mesma forma, o membro da CE/AM, arquiteto e urbanista José Carlos Monteiro, não pode estar presente em função de outras agendas, mas felicitou os integrantes da Diretoria eleita, desejando um bom mandato a todos.

Como presidente da Comissão Eleitoral Estadual do Amazonas, expressei aos Conselheiros eleitos para o CAU/AM e CAU/BR, para os membros da Comissão, colegas profissionais e demais presentes, algumas palavras no qual publico abaixo na sua integra:

Em 09 de Junho de 2011, em Reunião da Câmara Especializada de Arquitetura do CREA/AM, era deliberado e definido os membros da Comissão Eleitoral do Estado do Amazonas, responsável pela Primeira Eleição para o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e para o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Amazonas. Na ocasião ficou definido que a Comissão seria formada por mim, pelos arquitetos e urbanistas José Carlos Ramos Monteiro, Fábio Moura de Oliveira Cabral e Manuela Brasil Silveira.

E em 21 de Julho de 2011, abrimos o Processo Administrativo Eleitoral do CAU/AM, iniciando os trabalhos da Eleição do CAU no Amazonas. Nesta primeira Reunião da Comissão Eleitoral do Amazonas, tínhamos a presença do Presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado do Amazonas – CREA/AM, engenheiro civil Telamon Firmino, no qual expressou naquele momento o seu apoio e a sua disposição em colaborar com todo o processo eleitoral do Conselho de Arquitetura e Urbanismo. E afirmo que isto se confirmou durante todo o processo eleitoral, onde obtivemos do CREA/AM todo o apoio necessário para a realização das atividades desenvolvidas pela Comissão. Ao Presidente do CREA/AM, nossos eternos agradecimentos.

Conversamos naquele momento o significado e a importância histórica que esta Comissão teria no processo de formação do CAU. E expressei aos demais colegas presentes o desejo de trabalhar e colocar o meus conhecimentos na realização das atividades da Comissão, entendo que o processo seria tranquilo. Mas na realidade, com o decorrer do processo Eleitoral, percebo hoje que não tinha sequer a ideia de que tão difícil seria conduzir os trabalhos deste processo eleitoral.

Mas as dificuldades fazem parte dos desafios. E o desafio de conduzir os trabalhos da Eleição se tornou uma determinação pessoal e profissional, para que pudéssemos chegar neste momento, percorridos os tramites legal, com cabeça erguida, tranquila e a sensação do dever cumprido.

Como presidente da Comissão Eleitoral deste Estado do Amazonas para a Eleição do CAU, quero agradecer aos colegas da Comissão, Fábio Cabral, José Carlos e Manuela Brasil pela paciência e colaboração. Peço desculpas por alguma falha, incompreensão ou discórdia. Etapas vencidas, vamos em frente. Aos colegas da Comissão, meu muito obrigado.

Quero agradecer a Rozani Alencar, funcionária deste CREA/AM e Secretária da CE/AM, por toda a sua dedicação e esmero nos trabalhos. Não tem tempo feio para a Rozani. Meu muito obrigado.

Quero agradecer também a minha querida Isabelle Dantas, companheira, confidente, conselheira, que nos momentos mais difíceis deste processo, tinha um tempinho para me ouvir e prestar o apoio e o consolo devido. Meu muito obrigado.

Quero agradecer a Deus, por que só Este sabe o que passou por esta minha cabeça, e que permitiu eu estar neste momento aqui com vocês.

Quero desejar aos Conselheiros eleitos os votos de todos os maiores sucessos, para que possam conduzir o nosso Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Amazonas da melhor maneira e forma possível, valorizando e engrandecendo a profissão de Arquiteto e Urbanista.

Aos meus caros colegas, meu muito obrigado, e que Deus abençoe todos.

Arquiteto e Urbanista Claudemir José Andrade.


 Cerimônia de Diplomação dos Conselheiros Eleitos do CAU/AM (Foto: CREA/AM)


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