As inscrições para o Fórum Urbano Mundial 5 (FUM5) estão abertas. O FUM5 é o principal evento de urbanismo do mundo e acontece no Rio de Janeiro entre 22 e 26 de março do próximo ano. O evento é promovido pelo UN-HABITAT, Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos.
Histórico – Em 2001, a Assembléia Geral das Nações Unidas decidiu realizar, a cada dois anos, sessões de um Fórum Urbano Mundial, sob a responsabilidade da Agência Habitat das Nações Unidas, com o objetivo de reunir, regularmente, uma ampla gama de parceiros governamentais, da sociedade civil e do setor privado, em torno dos grandes desafios colocados pela crescente urbanização. No debate são pautadas as economias nacionais, a organização das sociedades, as comunidades locais e as próprias cidades.
Abrangência – O Fórum Urbano Mundial realizado em 2006 em Vancouver, Canadá, teve a participação de mais de 10 mil pessoas, entre governantes de 160 países, parlamentares, autoridades locais, representantes da sociedade civil e do setor privado, acadêmicos e profissionais da área, organizados em seminários, oficinas e painéis de debates. Países como Angola, Argentina, China, México, Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha participaram do evento.
China – O mais recente edição do evento, o IV Fórum Urbano Mundial, foi realizado em novembro do ano passado, na cidade de Nanjing, China, com o tema "Urbanização Harmoniosa – o desafio de um desenvolvimento territorial equilibrado".
É grande a expectativa pelo lançamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Mobilidade, uma vez que muitas cidades estão contando com este programa para realizar obras essenciais de transporte. E Manaus não foge a regra, principalmente por ter sido escolhida como uma das sedes da Copa de 2014.
O PAC da Mobilidade será lançado ainda na primeira quinzena de janeiro para realização de obras de interligação entre estádios, hotéis, aeroportos, rodoviárias e portos, com vistas para a Copa do Mundo de 2014. Pelo menos R$ 5 bilhões serão investidos, valor já garantido por empréstimos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Por causa do prazo estreito, os projetos que já tiverem alguma etapa cumprida, como aprovação ambiental ou mesmo projeto básico finalizado, terão as maiores chances de aprovação. Fica a torcida de que o Governo Estadual e Municipal estejam agilizando as devidas licenças das obras de Manaus, para que consigam recursos ainda neste semestre e iniciem tão logo as obras essenciais para a cidade.
Segundo o ministro das Cidades, Márcio Fortes, devem ser privilegiadas obras "de fácil execução e grande retorno", como os VLTs (veículo leve sobre trilhos). Por enquanto, só há obras de implantação de VLT em Maceió e no Recife.
A cidade de São Paulo, cujo maior estádio, o Morumbi, sofre com precariedade de acesso, irá receber um monotrilho que ligará o aeroporto de Congonhas, linhas de metrô e trem e o próprio estádio. São Paulo, segundo Fortes, já tem um cronograma todo definido.
Os projetos que não entrarem no PAC da Mobilidade, como é o caso dos metrôs em Porto Alegre e Curitiba, terão sua chance no PAC 2, a segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento, que também dará ênfase à parte da mobilidade. Segundo Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, o governo Lula pretende deixar todos os projetos pré-aprovados antes da troca de governo.
O Plano Diretor de Manaus permite construções de edifícios de até 18 pavimentos-tipos, mais três pavimentos de embasamento. Isso totaliza uma edificação de 21 pavimentos que, considerando um pé-direito (medida do piso ao piso do pavimento superior imediato) de 3 metros, teríamos uma edificação com aproximadamente 63 metros de altura.
Há os defensores de que Manaus não deva ter seu gabarito liberado pela legislação, outros defendem que se deva construir até o limite que o terreno suporte e que os parâmetros urbanísticos permitam, ficando a cidade liberada para ter edifícios maiores.
Falando em edifícios maiores, você já imaginou se o edifício construído nos Emirados Árabes, considerado o mais alto do mundo, com 828m de altura e 160 andares, fosse construído em Manaus? Como seria a paisagem desta edificação em relação ao entorno considerando o nosso gabarito existente?
O edifício Burj Dubai foi inaugurando no último dia 04 de janeiro de 2010 e teve seu custo de construção de U$ 800 milhões. É tão alto que a torre pode ser vista a uma distância de até 95Km (se fosse em Manaus poderia ser visto de Rio Preto da Eva) e supera em centenas de metros a então mais alta do mundo, a Taipei 101, em Taiwan, que tem 508m de altura.
O projeto arquitetônico é americano, desenvolvido por Skidmore, Owings and Merril (SOM), de Chicago.
É uma verdadeira cidade vertical. Possui 1.044 apartamentos residenciais, 49 andares comerciais, 57 elevadores, além do Armani Hotel Dubai, o primeiro hotel de luxo feito em parceria com o estilista italiano Giorgio Armani. O hotel possui 160 quartos e suítes, alguns restaurantes, lounge e spa. No 124º andar, foi construído um deck de observação, o também mais alto do mundo. O edifício inteiro e seus dois anexos são recobertos por 28.261 painéis de vidro, que refletem a luz do sol.
Para a construção, foram usados 31.400t de aço na estrutura, com concreto bombeado a uma altura de 605m, um recorde mundial. O sistema de refrigeração da torre proverá 15 mil litros de água para irrigação dos 19 mil m² de jardins. O Burj Dubai localiza-se no Downtown Burj Dubai, uma área de 2 km² em desenvolvimento, entre as duas principais avenidas da cidade. A região sofre com os ventos emirados, que podem chegar a 50 km/h na superfície, o que traz muitas dificuldades técnicas para o projeto. A construção começou em setembro de 2004, envolvendo 12 mil trabalhadores em campo.
Usando a proporcionalidade e a figura abaixo, a imagem representa um comparativo (mesma que grosseira) entre o edifício mais alto do mundo e um dos edifícios mais alto de Manaus (destaque em laranja).
Se um similar ao Burj Dubai fosse construído em Manaus, você já imaginou como seria a paisagem?
Foi enviado para o meu e-mail este conteúdo no qual faço a postagem, pois entendo que vale a pena ler e refletir sobre o assunto, uma vez que somos consumidores e que devemos cada vez mais valorizar o nosso dinheiro, que é tão fácil gastar e tão difícil ganhar.
Eis o teor do e-mail:
Outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g. Cheguei em casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando proporcionalmente, R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria, vale tudo isso?
Agora, com mais este exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos.
Acho que todos os fabricantes e comerciantes deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores aos seus padrões de referências. Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito de ter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos.
VEJAM O ABSURDO: Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro? Resposta: TINTA DE IMPRESSORA!
VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO?
Veja o que estão fazendo conosco. Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais. Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras. Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora. Olhe só o cúmulo: pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos.
VEJA ESTE EXEMPLO: Uma HP DJ3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$170,00. A reposição dos dois cartuchos (10ml o preto e 8ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00. Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido). Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica. Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta".
Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço). Um cartucho HP, com míseros 10ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro. Só para comparação, a Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. Só acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5ml de tinta! A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5ml de tinta colorida, por R$ 75,00. Fazendo as contas: 1.000 ml / 5.5 ml = 181 cartuchos R$ 75,00 = R$ 13.575,00. Veja só: R$ 13.575,00, por um litro de tinta colorida. Com este valor, podemos comprar, aproximadamente: