quarta-feira, 19 de agosto de 2009

VAGAS DE ESTACIONAMENTO NO CENTRO DE MANAUS


Quem vai ao centro da cidade de carro, há muitos anos tem uma grande dificuldade de encontrar um local para estacionar. Geralmente se procura um dos poucos empreendimentos que prestam serviços de estacionamento mensal ou rotativo, ou se procura uma vaga entre as várias, mas usuficientes, disponíveis nos logradouros públicos.

Ir de carro para o Centro é sinônimo de paciência, cautela e preocupação. Considerando a pouca segurança disponível no local, deixar o veículo em logradouro público sob os cuidados dos flanelinhas é sempre uma alternativa para suprir essa falta de "segurança". Se tem o entendimento que "contratar" um flanelinha para tomar contar de seu carro é a melhor forma de proteger o patrimônio.

Já houve tempos em que funcionava em Manaus o sistema ESTAR, um método implantado pela prefeitura para realizar a gestão das vagas no Centro, que foi posteriormente abolida. Defendidas por uns e criticada por outras pessoas, é um sistema que vem sendo adotada por algumas cidades brasileiras, no qual recentemente a cidade do Rio de Janeiro, abrangendo áreas mais nobres da zona sul carioca. Após processo licitatório, o sistema vem sendo operado por uma empresa privada que controla 9.049 vagas, cobrando por tíquete R$ 2,00. Geralmente é um sistema altamente criticado polos guardadores de carros, que veem seus "empregos" ameaçados.

Mas mesmo implantado o sistema de tíquete, a falta de fiscalização permite que os flanelinhas continuem atuando ao lado dos operadores, confundindo ainda mais o usuário que se ver obrigado a contratar seus serviços "irregulares".

No projeto de ordenamento do centro de Manaus é necessário a elaboração de um plano para solucionar de vez a questão de estacionamento. Alternativas há de se estudar, seja ela privatizando os serviços por meio de tíquete, ou incentivando a construção de novos estacionamentos privados ou até profissionalizando os atuais flanelinhas, pessoas estas que seja qual o sistema a ser adotado, devem estar inseridos no processo.


FOTO: Internet




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