segunda-feira, 17 de outubro de 2011

CAU: Balanço de Entregas de Senhas.



A Coordenadoria Nacional das CEARQs, através da utilização de programa específico dos Correios, que possibilita o rastreamento de objetos postados do tipo AR - Aviso de Recebimento, torna público os dados obtidos com a situação por Estado e Distrito Federal, das correspondências enviadas e que estão sendo entregues aos arquitetos brasileiros com as senhas provisórias, para a 1ª eleição do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil - CAU-BR.

Os números apresentados abaixo, referem-se a posição no dia 13 de outubro de 2011, aproximadamente às 22:00hs, horário em que o programa gerou o relatório.

Na próxima semana estarão sendo divulgados novos números e, acredita-se que, com o final da greve dos Correios e o prazo divulgado para a normalização das entregas, até o dia 22 de outubro, 100% das correspondências estejam postadas, entregues ou devolvidas ao remetente.

Segue abaixo os números por Estado e do Distrito Federal:

AC – ACRE (75)
33 Entregue
1 Destinatário desconhecido no endereço
5 Endereço insuficiente para entrega
4 Destinatário mudou-se
15 Destinatário ausente

AL – ALAGOAS (1.231)
882 Entregue
12 Destinatário desconhecido no endereço
9 Endereço insuficiente para entrega
63 Destinatário mudou-se
7 Destinatário Ausente

AM – AMAZONAS (894)
343 Entregue
14 Destinatário desconhecido no endereço
52 Endereço insuficiente para entrega
18 Destinatário mudou-se
44 Destinatário ausente

AP – AMAPÁ (143)
98 Entregue
5 Destinatário desconhecido no endereço
8 Endereço insuficiente para entrega
12 Destinatário mudou-se
16 Destinatário ausente

BA – BAHIA (4.079)
897 Entregue
20 Destinatário desconhecido no endereço
14 Endereço insuficiente para entrega
53 Destinatário mudou-se
64 Destinatário ausente

CE – CEARÁ (1.374)
1023 Entregue
10 Destinatário desconhecido no endereço
2 Endereço insuficiente para entrega
77 Destinatário mudou-se
68 Destinatário ausente

DF – DISTRITO FEDERAL (3.028)
798 Entregue
8 Destinatário desconhecido no endereço
4 Endereço insuficiente para entrega
13 Destinatário mudou-se
50 Destinatário ausente

ES – ESPÍRITO SANTO (1.563)
1112 Entregue
8 Destinatário desconhecido no endereço
10 Endereço insuficiente para entrega
17 Destinatário mudou-se
1 Destinatário Ausente

GO – GOIÁS (2.386)
1549 Entregue
46 Destinatário desconhecido no endereço
23 Endereço insuficiente para entrega
114 Destinatário mudou-se
1 Destinatário Ausente

MA – MARANHÃO (688)
276 Entregue
10 Destinatário desconhecido no endereço
5 Endereço insuficiente para entrega
16 Destinatário mudou-se
48 Destinatário ausente

MG – MINAS GERAIS (7.931)
6278 Entregue
52 Destinatário desconhecido no endereço
16 Endereço insuficiente para entrega
1 Destinatário mudou-se
814 Destinatário ausente

MS – MATO GROSSO DO SUL (1.942)
1316 Entregue
26 Destinatário desconhecido no endereço
45 Endereço insuficiente para entrega
121 Destinatário mudou-se
4 Destinatário Ausente

MT – MATO GROSSO (1.248)
791 Entregue
14 Destinatário desconhecido no endereço
29 Endereço insuficiente para entrega
91 Destinatário mudou-se
140 Destinatário ausente

PA – PARÁ (1.478)
342 Entregue
4 Destinatário desconhecido no endereço
2 Endereço insuficiente para entrega
23 Destinatário mudou-se
30 Destinatário ausente

PB – PARAÍBA (1.103)
650 Entregue
11 Destinatário desconhecido no endereço
9 Endereço insuficiente para entrega
72 Destinatário mudou-se
88 Destinatário ausente

PE – PERNAMBUCO (2.998)
1312 Entregue
11 Destinatário desconhecido no endereço
47 Endereço insuficiente para entrega
76 Destinatário mudou-se
67 Destinatário ausente

PI – PIAUÍ (474)
150 Entregue
1 Destinatário desconhecido no endereço
4 Endereço insuficiente para entrega
5 Destinatário mudou-se
12 Destinatário ausente

PR – PARANÁ (8.158)
3960 Entregue
52 Destinatário desconhecido no endereço
19 Endereço insuficiente para entrega
333 Destinatário mudou-se
6 Destinatário Ausente

RJ – RIO DE JANEIRO (14.956)
7432 Entregue
38 Destinatário desconhecido no endereço
16 Endereço insuficiente para entrega
364 Destinatário mudou-se
603 Destinatário Ausente

RN – RIO GRANDE DO NORTE (1.504)
477 Entregue
1 Destinatário desconhecido no endereço
3 Endereço insuficiente para entrega
36 Destinatário mudou-se
53 Destinatário ausente

RO – RONDÔNIA (45)
27 Entregue
1 Destinatário desconhecido no endereço
5 Endereço insuficiente para entrega
3 Destinatário mudou-se
5 Destinatário ausente

RR – RORAIMA (53)
31 Entregue
2 Destinatário desconhecido no endereço
1 Endereço insuficiente para entrega
4 Destinatário mudou-se
11 Destinatário ausente

RS – RIO GRANDE DO SUL (10.322)
5163 Entregue
86 Destinatário desconhecido no endereço
23 Endereço insuficiente para entrega
646 Destinatário mudou-se
9 Destinatário Ausente

SC – SANTA CATARINA (4.693)
2190 Entregue
56 Destinatário desconhecido no endereço
38 Endereço insuficiente para entrega
335 Destinatário mudou-se
7 Destinatário Ausente

SE – SERGIPE (580)
362 Entregue
S inf. Destinatário desconhecido no endereço
3 Endereço insuficiente para entrega
22 Destinatário mudou-se
52 Destinatário ausente

SP – SÃO PAULO (33.220)
21079 Entregue
155 Destinatário desconhecido no endereço
38 Endereço insuficiente para entrega
1222 Destinatário mudou-se
1285 Destinatário ausente

TO – TOCANTINS (371)
67 Entregue
12 Destinatário desconhecido no endereço
11 Endereço insuficiente para entrega
14 Destinatário mudou-se
37 Destinatário ausente

Observações:
1: Fonte: Coord. Nacional das CEARQs.
2: Entre parêntesis - número estimado de correspondências a serem entregues.
3: Dados fornecidos pelos Correios, através de programa específico de rastreamento.


FONTE: www.cau.org.br




Acompanhe o Blog pelo Twitter e Facebook



sábado, 15 de outubro de 2011

BOI MANAUS 2011


As mesas e camarotes para o Boi Manaus 2011 começaram a ser vendidos nesta sexta-feira (14), a partir das 20h, no estande montado ao lado do palco da Feirinha do Tururi. Este ano estão sendo disponibilizadas 300 mesas e 40 camarotes na ferradura do Centro de Convenções, o Sambódromo, por onde irão passar os “bois” elétricos com os 30 artistas que se revezarão nas três noites da festa – 21, 22 e 23 de outubro.

Cada mesa, que dá direito a quatro tururis, está sendo vendida a R$ 150 para cada noite. Quem optar pelo pacote para as três noites pagará R$ 450, recebendo 12 (doze) tururis, uma vez que as cores do traje serão diferenciadas por noite.

Os camarotes da ferradura estão custando R$ 1.250 por noite, com 25 tururis. Para as três noites, a Fundação Municipal de Turismo e Eventos (Manaustur) está oferecendo um desconto de R$ 250, totalizando R$ 3.500 com 75 tururis.

O pagamento de mesas e camarotes só poderá ser feito em dinheiro. Além do estande na Feirinha do Tururi, mesas e camarotes também estão sendo vendidos pelos telefones 3644- 7035 e 3644-1920.

Feirinha do Tururi

A Feirinha do Tururi, evento que antecede o Boi Manaus, se consolidou não apenas como um espaço para ensaio de coreografias e exposição e venda do traje obrigatório para quem quiser seguir os “bois elétricos” onde os 30 artistas se apresentação nas três noites de comemoração do aniversário da cidade.

As 50 barracas montadas na praça de alimentação do espaço, oferecem opção para todos os gostos: tacacá, pizza, esfirras, vatapá, pirarucu de casaca e churrasco, além de bebidas.

Além de alimentos e bebidas, o frequentador também pode encontrar na Feirinha do Tururi bancas de artesanato, sorvete, balas, bombons e brinquedos para a criançada.

A Feirinha estará em funcionamento na Avenida Belmiro Vianez, ao lado da Cidade do Samba, até o dia 20 de outubro, véspera da primeira noite do Boi Manaus 2011.



FONTE: Assessoria de Comunicação – MANAUSTUR.




Acompanhe o Blog pelo Twitter e Facebook






sexta-feira, 14 de outubro de 2011

SEMANA DE ARQUITETURA E URBANISMO DA ULBRA/MANAUS: Festa de Encerramento.

 

O Centro Universitário Luterano de Manaus – CEULM/ULBRA vem realizando desde dia 10 deste mês a sua Semana de Arquitetura e Urbanismo, contando com várias atividades no decorrer da semana.

E para finalizar, os alunos estão programando uma bela festa de encerramento, com muito chopp, música ao vivo e bons petiscos. E para isso, está disponibilizando convites com preços especiais de R$ 7,00 (individual) e R$ 10,00 (duplo). Quem não adquiriu seu convite durante a semana pode adquirir no dia do evento, no próprio local da festa.

Como atração musical haverá a participação da Banda Black Mersey, cover dos Beatles.

A Festa de encerramento da Semana de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA irá acontecer no dia 15 de Outubro (sábado), a partir das 18h, no Galpão de Festas da ULBRA, localizado no Conjunto Atílio Andreaza, Japiim.

O convite é estendido a todos os alunos, professores, ex-alunos, amigos, familiares e todos que desejarem um início de noite agradável.

 Alunos de Arquitetura e Urbanismo da ULBRA/Manaus.

Fica a dica.



Acompanhe o Blog pelo Twitter e Facebook




quinta-feira, 13 de outubro de 2011

JAN GEHL: ESPECIALISTA EM CRIAR CIDADES MELHORES

 
Publicado originalmente no site Planeta Sustentável:
É clichê e piegas, mas é preciso dizer: por trás - e ao lado - de todo homem há, sim, uma grande mulher. No caso do planejador urbano dinamarquês Jan Gehl, que se formou arquiteto em 1960 na Royal Danish Academy of Fine Arts, foi a esposa psicóloga que o impediu de se tornar mais um "obcecado pela forma, sem pensar na funcionalidade", como ele descreve a maioria dos colegas. "Ela me provocava perguntando por que nós nunca pensávamos nos aspectos humanos na hora de criar projetos para a cidade", conta. Gehl e a esposa organizavam reuniões semanais em sua casa com outros colegas para discutir as fronteiras (e possíveis ligações) entre sociologia, psicologia, arquitetura e planejamento. Esses encontros foram o começo do que mais tarde se tornaria o assunto da vida de Jan Gehl: como criar cidades melhores para as pessoas.

Em 1971 ele publicou seu primeiro livro, Life Between Buldings ("A vida entre os prédios", em tradução livre, sem versão em português), em que se debruça sobre o comportamento das pessoas nos espaços públicos e utiliza a Strøget, a primeira rua de pedestres de Copenhague, como laboratório para mostrar que priorizar as pessoas era o melhor para criar boas cidades. A Strøget era uma importante avenida comercial e o anúncio de seu fechamento para virar um calçadão em 1962 causou reações negativas. "Não somos italianos", diziam os jornais para argumentar que o clima gélido da Dinamarca impossibilitava uma vida ativa nos espaços públicos. "Um ano depois, todos os comerciantes reconheciam: eles estavam errados", conta Gehl. As vendas triplicaram e esse calçadão de quase 1 quilômetro passou a ser ocupado pelos habitantes da cidade. Estudar o assunto fez com que Gehl criasse uma metodologia de planejamento que prioriza as pessoas. Seu escritório, o Gehl Architects, é o mais requisitado do mundo e já fez projetos, inclusive, para São Paulo e Rio de Janeiro.

O que significa criar uma cidade para as pessoas?
Você já notou que sabemos tudo sobre o habitat ideal dos gorilas, girafas, leões, mas nada sobre o Homo sapiens? Qual o lugar ideal para essa espécie viver? Infelizmente, sabemos muito pouco. Boa parte dos profissionais que definem o futuro de uma cidade, os arquitetos, urbanistas e políticos, estão preocupados com outras coisas. Eles querem melhorar o trânsito, criar "skylines", monumentos, pontes, mas nenhum deles tem na agenda o item "criar uma cidade melhor para as pessoas viverem".

E qual seria o lugar ideal para o homem viver?
Certamente não é uma cidade em que se precise passar três horas por dia dentro de um carro preso no congestionamento. Mas uma das coisas que descobri em todos esses anos de trabalho é que precisamos respeitar a escala humana. Em meu livro Cities for People ("Cidades para pessoas") eu falo, por exemplo, sobre a síndrome de Brasília, uma prática repetida em várias cidades do mundo. Brasília nasceu para ser uma cidade planejada, certo? Pois bem, quando a olhamos do céu, ela é incrível, mas quando a olhamos do chão, parece que estamos em uma maquete fora de escala. É tudo grande demais, as distâncias são impossíveis de serem percorridas pelo corpo humano e os monumentos são grandes demais para apreciarmos a partir de nossa altura. Isso sem contar a falta de calçadas e ciclovias. Se você não tem um carro em Brasília, fica impossível se locomover.

A escala humana, então, é a chave para planejar cidades para pessoas?
É uma das chaves. Temos que criar uma mudança de paradigma aqui. Antes de pensar em mais ruas, ciclovias, transporte público ou mesmo na escala humana, é preciso pensar: que cidade queremos? E aí, o que importa não são os elementos do planejamento urbano, mas as coisas que nos fazem viver melhor. Quando os planejadores quiserem chegar aí e não, por exemplo, ao melhor sistema de mobilidade possível, aí sim estaremos em um caminho interessante para melhorar as cidades.

O senhor fala em trânsito, problema grave no Brasil. Quais as soluções para essa questão?
O congestionamento é, sem dúvida, um dos maiores problemas das grandes cidades do mundo. E a chave para resolvê-lo é entender que a demanda correta não deve ser por mais transporte público ou ciclovias ou calçadas. Deve ser por mais opções, por mais liberdade de escolha de meios de se locomover do ponto A ao ponto B. Só ciclovias ou só transporte público não resolvem, mas uma combinação dos dois com boas calçadas e vias exclusivas de pedestres começam a deixar a cidade mais interessante e a dependência que se desenvolveu do carro começa a diminuir. Mas, ainda assim, muita gente vai continuar se locomovendo de carro, por comodidade. Então, junto com o aumento de opções de locomoção, é preciso diminuir o uso dos carros, dando menos lugar a eles. Quanto mais ruas, mais carros, quanto menos ruas, menos carros. Se você oferecer infraestrutura, a sociedade vai utilizá-la. Então, tirar espaço dos carros, ou proibir que estacionem nas ruas, são algumas das formas de garantir que eles sejam menos usados, em especial em curtos trajetos. E aí, as pessoas que realmente precisem de um veículo para se locomover, seja porque a distância é longa demais, seja porque é uma emergência, terão espaço para dirigir.

Parece tão difícil e tão longe da nossa realidade...
Sim, é um processo complicado. Hoje Copenhague é um exemplo mundial de uma cidade boa para se viver, mas começamos nossa mudança de paradigma 50 anos atrás. A chave para que tenhamos chegado até aqui foi dar um passo de cada vez. Não dá para, de uma hora para outra, proibir os carros de estacionarem nas ruas. Mas que tal proibir em um bairro? Ou em apenas uma avenida? E, no lugar onde os carros estacionariam, criar uma ciclovia? Esse acaba sendo um projeto piloto, as pessoas teriam tempo para se acostumar. E, quando começar a dar certo, fazemos isso em outro ponto. Pouco a pouco a população vai entendendo como a cidade pode melhorar. Eu tenho muito orgulho de dizer que moro em uma cidade que todos os dias é um pouco melhor do que era no dia anterior.

Em Copenhague, um terço das pessoas usa a bicicleta como transporte todo dia. As bicicletas devem ser pensadas como solução em cidades grandes como São Paulo?
Certamente sim. A bicicleta é um meio de transporte ágil que não polui e faz as pessoas se exercitarem. A chave para integrar a bicicleta à mobilidade urbana de uma cidade muito grande é não pressupor que as pessoas vão fazer todo o trajeto pedalando. Pedalar 20 quilômetros pode ser ok para quem é jovem e tem condicionamento físico, mas certamente não é uma prática para todos. Então a bicicleta precisa estar integrada a outros meios de transporte. Bicicletários deveriam existir na maioria absoluta dos pontos de ônibus, trens e metrô, para que as pessoas possam fazer parte do trajeto pedalando e parte de metrô, por exemplo. Bicicletas de aluguel que sigam os exemplos de Paris, Barcelona e Lyon, onde as pessoas podem retirá-las e devolvê-las em diferentes pontos da cidade, são ideais. Mas é fundamental que haja infraestrutura para pedalar. Se as pessoas não se sentirem seguras, bicicleta continuará sendo um meio restrito para se transportar.

Como a população deve participar do processo da criação de cidades para pessoas?
É preciso que as pessoas exijam as coisas certas. Se você, por exemplo, perguntar a uma criança o que ela quer de natal, ela vai te responder uma lista de coisas que já conhece. Uma criança nunca pediria algo de que nunca ouviu falar. O mesmo vale para as demandas das pessoas em relação às cidades. É fundamental que haja informação sobre como uma cidade pode ser melhor para que a sociedade exija as coisas certas. Enquanto exigirem mais ruas para dirigirem seus carros, as cidades vão continuar crescendo do jeito errado. Quando passarem a exigir mais liberdade de locomoção, daí o governo terá que fazer algo a respeito. Em Copenhague foi assim. Na década de 1970 a cidade estava tomada pelos carros. Com a crise do petróleo, dirigir ficou muito caro e as pessoas começaram a exigir infraestrutura para pedalarem em segurança. E as ciclovias foram, pouco a pouco, tomando o lugar dos carros.

O planejamento urbano pode fazer as pessoas mais felizes?
Planejamento urbano não garante a felicidade. Mas mau planejamento urbano definitivamente impede a felicidade. A pior coisa para a felicidade das pessoas é perder tempo paradas no congestionamento. Se a cidade conseguir diminuir o tempo que você fica parado no trânsito e lhe oferecer áreas de lazer para aproveitar com seus amigos e sua família, ela lhe dará mais condições de ter uma vida melhor. O planejamento urbano é uma plataforma para as pessoas serem felizes.



Acompanhe o Blog pelo Twitter e Facebook